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sábado, 14 de novembro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

quarta-feira, 18 de julho de 2012

sábado, 2 de junho de 2012

Detalhes...


... que fazem toda a diferença!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Botões, botões, botões...











Precisamos de botões e...

domingo, 13 de novembro de 2011

Cota prateada



sábado, 5 de novembro de 2011

Cota prateada

Laços, lacinhos e laçarotes

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Olha o laçarote!


Ainda da colecção em cota e pérolas...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mimosices


sábado, 25 de junho de 2011

Tons de rosa!

quarta-feira, 16 de março de 2011

A asa de uma borboleta



No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta. E no planeta um jardim e no jardim um canteiro e no canteiro uma violeta e sobre ela o dia inteiro entre o planeta e o sem-fim a asa de uma borboleta.


Cecília Meireles


Borboleta em feltro (feltragem) bordada com missangas; folha em feltro bordada a ponto pé de flor e rematada com fecho.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Passo a passo vai chegando a Primavera

Recorte vários círculos todos do mesmo tamanho e queime-os à volta. O tecido deve ser leve, vaporoso... Com uma agulha enfiada em linha, vá alinhavando numa ponta os vários círculos, juntando-os todos. No fim, puxe a linha, franzindo e formando pétalas. Antes de rematar, ajeite as pétalas, a flor. Prepare um olhinho para a flor e coloque por cima dos remates. Este olhinho foi colado com cola quente. As pérolas foram espetadas, com alfinetes curtinhos, em meia bolinha de esferovite para formar o olho da flor. Por trás, devem fazer como expliquei aqui!

sábado, 12 de março de 2011

Camélia

Esta flor faz-se assim: recorte 7 quadrados de vários tamanhos, dobre cada quadrado de tecido duas vezes, formando um quadradinho pequeno e arredonde 3 dos lados, formando uma pétala. Ao desdobrar, terá uma flor com 4 pétalas. Repita a operação até terminar os 7 quadrados. Depois, com uma vela ou isqueiro, queime em volta das flores para que estas não se desfiem. Só falta montar a flor: sobreponha as várias pétalas, começando na maior e terminando na menor e, por fim, coloque um olhinho na flor (este é em feltro). Termine a sua pregadeira assim!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vamos fazer flores...


Corte cinco círculos de tecidos com texturas diferentes, mas de tons similares. Os círculos devem ser de tamanhos diferentes. Com uma vela ou isqueiro queime à volta, aproximando levemente o tecido da chama, para não se desfiarem os círculos. De um tecido com desenho em espinha, recorte umas folhinhas, queimando para que não se desfiem. Coloque os círculos, uns por cima dos outros, acabando com o menor. Junte as folhinhas também. Enfie um arame alfinete numa conta e fure os círculos, rematando por baixo, enrolando o arame com o alicate de pontas redondas. Corte um círculo de feltro, de pele ou de pelica, faça dois pequenos cortes para inserir o alfinete e cole na parte de trás da flor.
Com pedacinhos de tecido que vamos guardando, com roupa que vamos deixando de vestir... podemos fazer um sem número de artigos lindos! É só pôr a imaginação a trabalhar!

segunda-feira, 7 de março de 2011

As rosas


Rosas que desabrochais,
Como os primeiros amores,
Aos suaves resplendores
Matinais;

Em vão ostentais, em vão,
A vossa graça suprema;
De pouco vale; é o diadema
Da ilusão.

Em vão encheis de aroma o ar da tarde;
Em vão abris o seio húmido e fresco
Do sol nascente aos beijos amorosos;
Em vão ornais a fronte à meiga virgem;
Em vão, como penhor de puro afecto,
Como um elo das almas,
Passais do seio amante ao seio amante;
Lá bate a hora infausta
Em que é força morrer; as folhas lindas
Perdem o viço da manhã primeira,
As graças e o perfume.
Rosas que sois então? – Restos perdidos,
Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha
Brisa do inverno ou mão indiferente.

Tal é o vosso destino,
Ó filhas da natureza;
Em que vos pese à beleza,
Pereceis;
Mas, não... Se a mão de um poeta
Vos cultiva agora, ó rosas,
Mais vivas, mais jubilosas,
Floresceis.

Machado de Assis

Rosas feitas em feltro com cálice de bolota.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Era uma vez uma flor


A minha história


A minha história é simples

A tua, meu Amor,

É bem mais simples ainda:

"Era uma vez uma flor.

Nasceu à beira de um Poeta..."

Vês como é simples e linda?

(O resto conto depois;

Mas tão a sós, tão de manso,

Que só escutemos os dois.)



Sebastião da Gama


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Flores do verde pino




Ai flores, ai, flores do verde pino

– Ai flores, ai, flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo?
ai, Deus, e u é?

Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado?
ai, Deus e u é?

Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs comigo?
ai, Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado
aquel que mentiu do que mi á jurado?
ai, Deus, e u é?

– Vós me preguntades polo voss' amigo?
E eu ben vos digo que é san' e vivo:
ai, Deus, e u é?

Vós me preguntades polo voss' amado?
E eu ben vos digo que é viv' e sano:
ai, Deus, e u é?

E eu ben vos digo que é san' e vivo
e seerá vosc' ant' o prazo saido:
ai, Deus, e u é?

E eu ben vos digo que é viv' e sano
e s(e)erá vosc' ant' o prazo passado:
ai, Deus, e u é?


El-Rei D. Dinis



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quem ama nunca sabe o que ama


O Meu Olhar


O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender ...

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...

Alberto Caeiro


Este dia, assinalo-o com esta pregadeira, bem amorosa, em patchwork embutido.


A técnica usada para fazer o coração está explicadinha aqui:




sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Foi para ti que criei as rosas

Foi para ti que criei as rosas.
Foi para ti que lhes dei perfume.
Para ti rasguei ribeiros
e dei às romãs a cor do lume.

Eugénio de Andrade

domingo, 28 de junho de 2009

Borboleta voa, voa

Alfinete em latão envelhecido com borboleta vermelha em feltro com concha branca a fazer o seu corpo; pérola; conta, entremeio e corrente fininha em latão envelhecido; um cristal e uma conta em porcelana, ambos vermelhos; um paralelepípedo rectangular em porcelana branca raiada de vermelho.