segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Brinco de pérolas


Pérolas de rio

São pérolas cultivadas nos rios, baías e lagos em diversas espécies de mexilhões de água doce. O processo consiste em colocar um núcleo no molusco e esperar que o animal o vá recobrindo de nácar até formar a pérola. No caso dos mexilhões de água doce, o núcleo é um tecido mole procedente de outro molusco, que se vai decompondo ao formar a pérolas. Podem colocar-se 10 núcleos de cada vez. O animal sobrevive mesmo depois de se abrir a concha, podendo cultivar-se de novo. O cultivo nestes animais é mais fácil e rápido do que nas ostras, sendo estas pérolas muito mais acessíveis. O brilho é menos intenso e é mais difícil obter pérolas esféricas.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Escreve-me!


Escreve-me! Ainda que seja só
Uma palavra, uma palavra apenas,
Suave como o teu nome e casta
Como um perfume casto d’açucenas!

Escreve-me! Há tanto, há tanto tempo
Que te não vejo, amor! Meu coração
Morreu já, e no mundo aos pobres mortos
Ninguém nega uma frase d’oração!

“Amo-te!” Cinco letras pequeninas,
Folhas leves e tenras de boninas,
Um poema d’amor e felicidade!

Não queres mandar-me esta palavra apenas?
Olha, manda então… brandas… serenas…
Cinco pétalas roxas de saudade…

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Vive sem Horas


Vive sem horas. Quanto mede pesa,
E quanto pensas mede.
Num fluido incerto nexo, como o rio
Cujas ondas são ele,
Assim teus dias vê, e se te vires
Passar, como a outrem, cala.

Ricardo Reis

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"Borboletar"

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O tempo que o tempo tem

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A tempo e horas!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Anel com ágata